Conheça a história da “Igreja de Pedra” na Redinha!

A Redinha é a praia mais popular de Natal, galado, é sim, num venha ser besta não! Mas o mar não é o único atrativo desse bairro/praia massa, tem a Igreja de Pedra, uma igrejinha muito bonita e única no país feita com pedras trazidas do mar! Vamos conhecer essa atração turística que todo natalense e turista deve conhecer!

Igreja de Pedra da Redinha

No bairro da Redinha, há duas igrejas que são dedicadas a Nossa Senhora dos Navegantes, que é a santa protetora da região.

Lá pelos idos de 1922, os pescadores resolveram construir uma igrejinha branquinha de frente pro mar, como manda a tradição. Mas em 1954, turistas chegaram achando que também podiam construir igrejas na praia e fizeram uma de pedras retiradas do mar, só que de costas pro mar!

Os pescadores ficaram putos e disseram que a tradição da igreja branquinha continua firme e forte. Cada um com sua igreja, né?

Festa de Nossa Senhor dos Navegantes

Na celebração de Nossa Senhora dos Navegantes, que acontece há mais de um século, são realizadas duas procissões com duas imagens diferentes. A primeira é a Procissão Marítima, que ocorre nas águas do rio Potengi, entre a desembocadura e a Base Naval, e utiliza a imagem da capelinha antiga. A segunda é feita por terra, utilizando a imagem da igreja preta, e é realizada pelos frequentadores da vila ao longo das ruas e becos.

A fé e a devoção a Nossa Senhora dos Navegantes teve início no século 15 com a navegação dos europeus, especialmente com os portugueses. As pessoas que viajavam pelo mar pediam proteção a Nossa Senhora para retornarem aos seus lares. Maria era vista como protetora das tempestades e demais perigos que o mar e os rios ofereciam.

A primeira estátua foi trazida de Portugal junto com os navegadores. Como é natural, logo chegou ao Brasil e a santa conquistou a devoção dos homens do mar e vários títulos foram conferidos à Padroeira Celestial: Senhora dos Mares, da Boa Viagem, dos Navegantes, esta última invocação era e é a mais usada pelos pescadores, homens modestos que diariamente enfrentavam o furor das ondas à procura do sustento próprio e de suas famílias.

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